Malas e caixas: governador fez ‘rapa’ na casa da sogra para ocultar provas, diz PF

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O governador afastado do Tocantins, Wanderley Barbosa (Republicanos), e a primeira-dama, Karynne Sotero, fizeram uma ‘limpa’, segundo a Polícia Federal, na casa da sogra do mandatário após terem sido alvo de busca e apreensão no dia 3 de setembro, no âmbito da segunda fase da Operação Fames-19 – investigação sobre supostos desvios de recursos destinados à compra de cestas básicas durante a pandemia da Covid-19.
Por essa conduta, o casal foi alvo de uma nova ofensiva da Polícia Federal nesta quarta, 12, no âmbito da Operação Nêmesis, que investiga tentativa de obstrução de justiça e destruição de provas durante as diligências realizadas em setembro, na segunda fase da Operação Fames-19.
Na ocasião, Barbosa e Karynne foram intimados a depor na Superintendência Regional da Polícia
As investigações da Polícia Federal apontam o ex-ministro da Previdência Ahmed Mohamad Oliveira, como um dos principais pilares institucionais do esquema de descontos irregulares em aposentadorias e pensões do INSS ligados à Conafer. Anteriormente conhecido como José Carlos Oliveira, ele mudou de nome depois de se converter ao islamismo.
Oliveira comandou a pasta da Previdência durante o governo Jair Bolsonaro (PL) e, segundo a PF, teria autorizado repasses ilegais e recebido vantagens indevidas enquanto ocupava cargos estratégicos no órgão.
De acordo com os investigadores, Ahmed atuou tanto como diretor de Benefícios do INSS quanto como ministro para liberar valores sem comprovação das filiações exigidas pelo Acordo de Cooperação Técnica.
Entre essas liberações, está o repasse de R$ 15,3
Fontes
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