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PT tenta atrair MDB com vaga de vice de Lula, mas Alckmin e palanques são entraves

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Um grupo do PT encarregado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva de articular sua reeleição pretende fazer uma ofensiva para incluir o MDB na chapa que será levada às urnas em outubro. O principal trunfo a ser oferecido ao partido é o posto de vice, o que deslocaria Geraldo Alckmin (PSB) para a disputa eleitoral de São Paulo. Atualmente, a legenda ocupa três ministérios no governo, mas a cúpula emedebista resiste a um alinhamento eleitoral.
Caso um acordo vingue, os citados para eventualmente ocupar o posto de vice de Lula são Renan Filho e o governador Pará, Helder Barbalho. Ambos têm, no momento, planos de disputar a eleição em seus estados, concorrendo ao governo e ao Senado, respectivamente.
A história do MDB sempre foi marcada por divisões regionais. Mesmo quando a leg

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A decisão judicial que anulou o congresso nacional da Rede Sustentabilidade dividiu aliados da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, sobre a decisão de permanência ou saída dela da legenda. O encontro no ano passado culminou na vitória de um aliado da deputada federal Heloísa Helena à presidência da sigla contra o nome apoiado pela ambientalista, inaugurando uma série de reveses à ministra. Se, por um lado, Marina vê a oportunidade de o partido retomar princípios originais, por outro, o calendário eleitoral apertado é tratado como empecilho.
Aliados da ministra — que deseja ser candidata ao Senado por São Paulo — entendem que a atual situação na sigla criou insegurança política e jurídica nas decisões futuras da atual cúpula da Rede. A avaliação é a de que o cenário pode imp

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