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Um projeto de lei que classifica organizações criminosas a terrorista tem sido defendido por políticos da direita após a operação mais letal do Brasil. A votação da proposta na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) foi adiada ontem.
O que aconteceu
A principal mudança, caso seja aprovado o projeto, é o endurecimento das penas. Advogados criminalistas consultados pelo UOL afirmaram que haveria uma alteração não só no tempo de prisão, mas também em medidas restritivas como se tornar um crime inafiançável. “O terrorismo, equiparado aos crimes hediondos, são insuscetíveis de graça, anistia e requerem fração de cumprimento de pena maior para a progressão de regime”, explica Leonard Massud, advogado e professor de direito penal da PUC-SP.
Os processos relacionados aos grupos criminosos passam

Duas camisas da seleção brasileira autografadas por Neymar foram apreendidas em operação contra o PCC e podem ajudar o Ministério Público a localizar um dos homens apontados como líder da facção. O MP diz que não há qualquer indício de ligação do jogador com os alvos da investigação.
O que aconteceu
Camisas foram achadas na casa do filho de Sérgio Luiz de Freitas Filho, o “Mijão”, foragido da Justiça. O promotor Marcos Rioli, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) de Campinas (SP), confirmou a apreensão das duas peças com dedicatória e autógrafo do jogador do Santos.
Sérgio Luiz de Freitas Neto é investigado por lavar dinheiro para o pai. Em nota, o Gaeco informou que uma das camisas tem o nome de Neymar estampado nas costas e que a outra estava enquadrada e en

O traficante de armas Diego Hernán Dirísio é “disputado” por Brasil e seu país de origem, a Argentina, desde sua prisão pela Interpol em fevereiro de 2024. Ele foi investigado pela Polícia Federal, na Bahia, por “abastecer” o PCC e o Comando Vermelho.
O que aconteceu
Dirísio foi preso em Córdoba, na Argentina, com sua companheira, a ex-modelo Julieta Nardi. Os agentes da Interpol os capturaram em Cerro Las Rosas, bairro da zona noroeste da cidade, a 696 km de Buenos Aires.
Investigação começou na Bahia. Após a prisão, a Interpol comunicou a captura à Polícia Federal baiana, responsável por descobrir o tráfico internacional que abastecia com armas as organizações criminosas brasileiras.
A Polícia Federal brasileira confirmou, na época, a prisão ao UOL. “A PF foi consultada e confirmou ser e

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