Como o banco dos carros se adapta para se adequar à ergonomia

Como o banco dos carros se adapta para se adequar à ergonomia
Não é apenas uma sensação: a posição de dirigir da picape compacta é projetada para ser mais próxima do chão do que a do SUV, respeitando sua proposta
Maurício Rotundo, Jales (SP)
A indústria automotiva trabalha com parâmetros ergonômicos rigorosos e, muitas vezes, a sensação de um motorista ao trocar de carro não é fruto de desgaste ou imaginação, mas sim de engenharia pura. É o caso da diferença notável entre a posição de dirigir da VW Saveiro e a do VW T-Cross.
A dúvida, levantada pelo leitor Maurício Rotundo, de Jales (SP), toca em um ponto fundamental da arquitetura veicular moderna: o “H-point” (ponto do quadril ou apenas “ponto H”), que define a altura em que o motorista se senta em relação ao assoalho e ao solo.
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