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Banco Central Decretou Liquidação Extrajudicial da Reag Investimentos

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Banco Central Decretou Liquidação Extrajudicial da Reag Investimentos

O Banco Central do Brasil (BC) decidiu, nesta quinta-feira (15.jan.2026), decretar a liquidação extrajudicial da CBSF Distribuidora, anteriormente conhecida como Réag Investimentos. A empresa é alvo de investigações por atividades ilícitas e operações fraudulentas.

Contexto

A decisão do BC se baseia em graves violações às normas estabelecidas pelo SFN (Sistema Financeiro Nacional), conforme comunicado oficial divulgado pela instituição. A CBSF Distribuidora, que faz parte do grupo Réag Investimentos, é suspeita de envolvimento com esquemas de lavagem de dinheiro no setor de combustíveis e tem conexões com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

A empresa também figura nas investigações que envolvem o Banco Master. Segundo relatórios do BC, fundos administrados pela CBSF estruturaram operações fraudulentas com a instituição financeira em 2023 e 2024.

Repercussão

A decisão do BC resultou na suspensão das atividades da CBSF Distribuidora, o que levou à desativação de suas operações financeiras. O empresário João Carlos Mansur, ex-dono da Reag Investimentos, foi alvo da segunda fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal (PF) na quarta-feira (14.jan.2026).

Durante a operação, mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços ligados ao empresário. A PF investiga possíveis conexões entre a CBSF Distribuidora e outras instituições financeiras envolvidas em esquemas fraudulentos.

O que vem agora

A decisão do BC leva à aplicação de medidas sancionadoras de caráter administrativo, além da comunicação às autoridades competentes. A CBSF Distribuidora enfrenta um processo de liquidação extrajudicial, o que significa a dissolução de suas operações e a realização de procedimentos para regularizar seus ativos.

De acordo com o BC, o resultado das apurações poderá levar à aplicação de medidas mais severas, caso as investigações confirmem os supostos crimes. A empresa tem 30 dias para apresentar um plano detalhado ao Banco Central.

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