Governador do Rio diz que não há espaço para romantizar o crime

Contexto
O Rio de Janeiro enfrenta um dos maiores problemas de segurança pública do país. A capital fluminense é palco de intensos conflitos entre facções criminosas e o Estado, que resultam em altos índices de violência.
Repercussão
Nesta quinta-feira (15.jan.2026), o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL-RJ), usou suas redes sociais para reagir à nova fase da Operação Contenção em Vila Kennedy, zona oeste do Rio.
Em um vídeo publicado no Instagram, Castro afirmou que não há espaço para “romantizar o crime”. Segundo ele, quem comete crimes tem três opções: ou deixa a atividade criminosa, ou vai preso, ou pode até ser neutralizado.
O que vem agora
A operação Contenção tem como objetivo conter o avanço territorial, logístico e operacional do Comando Vermelho (CV). Na noite desta quinta-feira, foram realizadas prisões de suspeitos envolvidos com tráfico de drogas na região.
Detalhes da Operação
A ação foi fruto de um trabalho de investigação e inteligência realizado pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) da Polícia Civil. A equipe identificou os alvos principais e a dinâmica criminosa na região, resultando em 6 prisões por envolvimento com o tráfico.
A operação ocorreu nas localidades de Vila Kennedy, Cidade Nova, Pedra do Léo, São Domingos, Jardim América, Estácio e Madureira. O Comando Conjunto Rio foi responsável pela organização e coordenação das forças envolvidas.
Crítica ao Romantismo do Crime
O governador Cláudio Castro enfatizou a necessidade de combater o criminologia romântica, um fenômeno que tem ganhado espaço na mídia e nas redes sociais. Segundo ele, esse romantismo só serve para desestimular as pessoas a denunciar crimes e colaborar com as autoridades.
“Não temos espaço para romantizar o crime”, disse Castro em seu vídeo. “O que estamos fazendo é buscar neutralização, preservação da vida de quem não está envolvido no tráfico e tentar garantir um pouco mais de segurança para a população.”
Próximos Passos
A continuidade das operações será monitorada pela equipe do governo estadual. A intenção é que, com o tempo, essas áreas sejam liberadas da presença criminosa e transformadas em locais de desenvolvimento econômico e social.
Fontes
Fontes
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