‘Fomos enganados’: a mulher russa que recruta homens estrangeiros para lutar contra a Ucrânia

Chamas atingem a borda do passaporte de Omar. “Está queimando bem”, diz, em russo, a voz de uma mulher no vídeo.
Omar é um profissional da construção civil sírio de 26 anos de idade. Ele estava destacado há nove meses na linha de frente da guerra da Rússia na Ucrânia, quando recebeu o vídeo no seu telefone celular.
Ele reconheceu a voz da mulher. O nome dela é Polina Alexandrovna Azarnykh.
Segundo ele, Azarnykh o ajudou a se alistar para combater pela Rússia, com a promessa de um trabalho lucrativo e de obter cidadania russa. Mas, agora, ela está irritada.
Omar é um pseudônimo criado por motivos de segurança. Em uma série de mensagens de voz enviadas da Ucrânia, ele descreve como acabou apavorado e sem saída na zona de guerra.
Ele conta que Azarnykh prometeu que, se ele pagasse a ela US$ 3
Estrela e com status de “rei” no futebol da Malásia, o brasileiro Bergson chegou ao país como uma compra do príncipe Tunku Ismail Idris para jogar no Johor.
‘Enquadro’ logo de cara
Bergson estava no Fortaleza, chegou ao Johor em 2021 por empréstimo, mas foi comprado meses depois. No ato da assinatura da compra, o príncipe do país, que é dono do clube, usou o relógio que usava no pulso para dar um “enquadro” no brasileiro.
O príncipe tem coleção de carros e relógios. Ele teve que pagar um valor para o Fortaleza quando foi me comprar. Eram uns 600 mil dólares (R$ 3,2 milhões). E ele estava com um relógio no pulso que valia o dobro disso. Ele me olhou e disse: ‘está vendo esse relógio aqui? Dá para trazer tu e mais um com o valor dele’. Na época, eu achei engraçado e tudo. Não tinha noção da
Fontes
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