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Uma mulher polonesa foi condenada nesta sexta-feira a seis meses de prisão por assediar a família da menina britânica desaparecida Madeleine McCann por mais de dois anos, mas foi inocentada de uma acusação mais grave de perseguição.
Julia Wandelt alegou falsamente ser Madeleine, que desapareceu em maio de 2007, nove dias antes de seu quarto aniversário, enquanto passava férias com sua família na região do Algarve, em Portugal.
Os promotores disseram aos jurados no Leicester Crown Court que havia “provas científicas inequívocas” de que Wandelt não tinha nenhum vínculo familiar com os McCanns, o que a levou a soluçar no banco dos réus.
Wandelt, 24 anos, foi acusada de perseguir os pais de Madeleine, Kate e Gerry, inclusive por meio de emails, mensagens e telefonemas, de junho de 2022 até sua

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