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Polícia Federal sugere ao STF datas de depoimentos do Caso Master; veja lista

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A Polícia Federal sugeriu ao Supremo Tribunal Federal um novo cronograma para a realização de depoimentos no inquérito que investiga supostas fraudes envolvendo o Banco Master, no âmbito da Operação Compliance Zero.
No pedido encaminhado ao STF, a PF afirma que as datas propostas permitem que as defesas tenham acesso prévio ao conteúdo da investigação, inclusive aos depoimentos colhidos em 30 de dezembro de 2025.
Segundo a corporação, os pedidos de acesso apresentados pelas defesas foram remetidos ao gabinete do ministro relator para análise.
As oitivas dizem respeito a investigados da primeira fase da operação e estão previstas para ocorrer entre os dias 26 e 27 de janeiro de 2026, de forma presencial no STF ou por videoconferência.
A Polícia Federal investiga um conjunto de supostas irre

Mesmo durante o recesso, parlamentares se articularam e conseguiram assinaturas suficientes para a criação de duas comissões parlamentares de inquérito (CPIs) para investigar o Banco Master: uma mista, com deputados e senadores; e outra vinculada ao Senado.
A criação e a instalação dos dois colegiados dependem do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP).
Contudo, os próprios defensores dos pedidos afirmam que uma parte dos parlamentares resiste à instalação dos colegiados. Além disso, o calendário de um ano eleitoral também pode dificultar o avanço dos trabalhos no Congresso.
No Senado, o senador Eduardo Girão (Novo-CE) afirma já ter conseguido 43 assinaturas – 34 no momento em que foi protocolado e outros nove requerimentos de adição de assinatura após a apresentação. O mínimo

Enquanto a Polícia Federal (PF) vai enfrentando dificuldades criadas pelo ministro Dias Toffoli para investigar o banco Master, a CPMI do INSS e o Senado abrem frentes para reagir à operação abafa e garantir que o caso seja elucidado, sem poupar nem os banqueiros nem os políticos que tenham se associado ao esquema, que pode ter gerado a maior fraude bancária da história do país.
A CPMI do INSS entrou com recurso junto ao ministro André Mendonça para que ele libere os dados dos sigilos bancários e fiscal de Daniel Vorcaro, dono do banco liquidado, que estão sob custódia do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, por determinação de Toffoli.
Os integrantes da comissão querem investigar as suspeitas de fraudes na concessão de crédito consignado pelo banco Master, motivo do pedido de quebra dos

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, antecipou a volta a Brasília para o início desta semana, na tentativa de gerenciar os impactos da crise do banco Master na imagem do tribunal.
O blog apurou que, desde segunda-feira (19), Fachin tem procurado os demais ministros para conversar sobre o caso. Ele retornou à capital federal das férias na noite desta segunda, onde teve reuniões e fez ligações telefônicas.
Nesta terça-feira (20), ele segue para São Luís (MA), onde vai se reunir com o ministro Flávio Dino.
O ponto central das discussões é a manutenção do ministro Dias Toffoli à frente do inquérito do Caso Master.
Decisões atípicas do ministro Toffoli causaram reações na Polícia Federal, Procuradoria Geral da República e até entre as defesas dos investigados.
A volta d

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) já está recebendo os pedidos de ressarcimento dos investidores que compraram Certificados de Crédito Bancário (CDBs) do Banco Master.
– O FGC é uma associação privada, sem fins lucrativos, que integra o Sistema Financeiro Nacional e atua na manutenção da estabilidade do sistema, na prevenção de crises bancárias e na proteção de depositantes e investidores.
– Na prática, funciona como um fundo privado que atua como um seguro. É ele quem garante que os recursos depositados ou investidos em um banco permaneçam protegidos caso a instituição financeira enfrente alguma crise ou dificuldade.
Os saldos de correntistas e investidores são protegidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição.
Segundo o FGC, os ressarci

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