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Amorim diz que tarifaço foi subestimado e vê risco estrutural ao comércio global

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O assessor especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais, Celso Amorim, avaliou que o impacto das tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi subestimado pelo Brasil e por outros países.
Em entrevista ao UOL News, o diplomata afirmou que o chamado “tarifaço” não representa apenas um problema comercial pontual, mas um movimento ideológico que coloca em xeque o sistema multilateral construído ao longo do século 20.
“Talvez tenhamos dado uma importância menor do que devíamos ao tarifaço. Além dos problemas específicos para o Brasil, que evidentemente são muito importantes, a ideologia por trás dele é muito grave: o fim da ideia de ter um comércio multilateral”, afirmou Amorim.
Segundo ele, as barreiras impostas por Washington, especia

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (20) que o preço dos combustíveis está mais baixo no país após a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro, em 2 de janeiro, citando valores abaixo de US$ 2 por galão.
Em discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, o líder americano destacou que o país invadido tem cooperado com Washington e que, graças a isso, os EUA teriam obtido 50 milhões de barris de petróleo venezuelano.
Segundo Trump, a iniciativa permitirá que a Venezuela “faça mais dinheiro” do que nos últimos 20 anos.
“Na semana passada conseguimos 50 milhões de barris de petróleo da Venezuela. Tem sido uma coisa fantástica, foi um país incrível há 20 anos, mas as políticas acabaram com ele, e estamos ajudando”, disse.
“Esses 50 milhõe

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dedicou uma boa parte do seu discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, nesta terça-feira (21), para insistir em tomar o controle da Groenlândia e atacar a Otan.
A fala em Davos seguiu uma investida de Trump contra a Groenlândia, ilha do Ártico que pertence à Dinamarca, o que tem ameaçado a existência da aliança militar que envolve os EUA e a Europa. Veja abaixo tudo que ele disse sobre essa relação com a Groenlândia e a Otan:
– “Acredito que nenhum outro país consegue manter a segurança da Groenlândia a não ser os Estados Unidos. A Groenlândia está sem defesa em uma localização estratégica”;
– “Nunca pedimos nada à Otan e nunca ganhamos nada da aliança. E provavelmente não teremos nada a não ser que eu decida empregar força excessiva. (..

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