
Se você acha Jerez estranho, insista: ‘É esquisito, mas só no início. Juro’
No fim de semana, estive numa feira de Jerez em São Paulo. Mesmo no horário dedicado a profissionais, conversei com pessoas que admitiam achar o aroma e o sabor esquisitos. E, sinceramente, são mesmo (pelo menos nos secos).
A oxidação controlada pela qual esse símbolo da Andaluzia (junto com o flamenco e as touradas) passa encobre as caraterísticas frutadas comuns a quase todos os outros vinhos sob um manto de aromas de nozes, couro, especiarias, madeira e, bem, de “velho”, sem falar no gosto meio salgado proeminente nos manzanillas e finos.
Eu gosto de brincar que a sorte do Jerez é ter sido criado antes das regras e tabelas para apreciação de vinhos. Se tivesse surgido depois dos anos 90, provavelmente teria sido
Fontes
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