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Independência em xeque? Como o Fed e outros 4 bancos centrais enfrentam a pressão política

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A independência dos bancos centrais — ou seja, a capacidade de definir os juros sem interferência política — é considerada essencial para o bem-estar econômico de um país.
Esse é um dos motivos pelos quais a tentativa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de demitir a diretora do Federal Reserve (Fed), Lisa Cook, tem chamado tanta atenção.
Em países onde os bancos centrais se alinham às preferências de políticos, os resultados costumam ser piores, com inflação mais elevada e crescimento econômico mais lento, como indicam décadas de estudos acadêmicos.
Por outro lado, a experiência histórica mostra que bancos centrais independentes têm mais sucesso na manutenção da estabilidade de preços.
Há diversos exemplos de bancos centrais submetidos à pressão política. Veja abaixo cinco caso

Que líderes europeus criticaram em peso as aspirações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de tomar a Groenlândia, não há dúvidas. Mas a investida sem precedentes de Trump para ter o controle da ilha também chocou fortes aliados do presidente norte-americano dentro da Europa.
Ao longo da semana, nomes da extrema direita europeia se uniram aos governantes de seus países — em maioria, seus rivais políticos — para condenar as ameaças feitas por Trump.
👉 Mas o que explica a reação? Políticos até então alinhados com Trump identificaram na ofensiva do republicano uma postura intervencionista que ameaça os interesses nacionais da Europa e fere a ideologia nacionalista – uma das marcas da ultradireita do continente.
Veja, abaixo, o que disseram alguns deles:
AfD, Alemanha
Os apoiadores

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