Governo lança estudos para Estratégia Nacional de Terras Raras no Brasil

Governo lança estudos para Estratégia Nacional de Terras Raras no Brasil
O Ministério de Minas e Energia (MME) anunciou nesta quinta-feira, 22 de janeiro de 2025, que iniciou os estudos técnicos para a elaboração da Estratégia Nacional de Terras Raras. O objetivo é orientar o desenvolvimento do setor no Brasil, avançando da extração primária para etapas com maior valor agregado.
Contexto
Terras raras são minerais estratégicos usados na fabricação de equipamentos de alta tecnologia, como turbinas eólicas, veículos elétricos, baterias, celulares e sistemas de defesa. Apesar do potencial geológico do Brasil, a exploração e o processamento desses minerais são limitados no país.
De acordo com o ministério, o estudo servirá como base técnica para definir diretrizes, metas e instrumentos que permitam ao Brasil avançar da extração primária para etapas de maior valor agregado, como beneficiamento e transformação mineral. A proposta visa fortalecer a base industrial e tecnológica nacional e reduzir riscos associados à dependência das cadeias globais de suprimento de terras raras.
Repercussão
A secretária nacional de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, Ana Paula Bittencourt, enfatizou a importância da estratégia. “É fundamental para transformar o potencial mineral brasileiro em desenvolvimento econômico”, afirmou ela em nota.
O que vem agora
Ao iniciar esses estudos, o governo brasileiro busca estruturar um plano estratégico com diversos fatores a serem considerados. Ainda não há uma data prevista para a conclusão do processo e a implementação da estratégia.
Um dos principais objetivos é promover a industrialização das terras raras no país, o que poderia gerar significativos avanços na economia brasileira. Além disso, o fortalecimento dessa cadeia produtiva tem potencial para reduzir a dependência do Brasil em relação às importações de países como China e Estados Unidos.
Para alcançar esses objetivos, o governo pretende realizar consultas públicas e audiências com diversos atores envolvidos no setor, incluindo empresas privadas, universidades e organizações não governamentais (ONGs). Isso permitirá a coleta de informações e opiniões que serão integradas ao planejamento estratégico.
Fontes
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