Como Maria Silveira lê a abertura do mercado usando VWAP, liquidez e gaps

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Entre as diversas abordagens adotadas por traders profissionais, a leitura da abertura ocupa um lugar central no método de Maria Silveira.
Para ela, os primeiros minutos do pregão revelam desequilíbrios, intenções e movimentações institucionais capazes de definir todo o comportamento do dia. Essa visão reúne VWAP, liquidez, mínima e máxima do dia anterior, além do entendimento de gaps como áreas de força.
Ao participar do episódio 12 da 3ª temporada do programa A Arte do Trade, no canal GainCast, Silveira destacou por que a abertura se tornou um dos momentos mais estratégicos de sua leitura. “A abertura te mostra tudo que o preço quer fazer”, afirma.
VWAP como eixo de equilíbrio
A VWAP – média ponderada por volume – é para Silveira o ponto central da precificação institucional.
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A Vale (VALE3) retorna ao centro das atenções ao figurar entre as ações mais “esticadas” do Ibovespa, à luz do Índice de Força Relativa (IFR). A leitura mais recente posiciona o indicador em 84,48 pontos, nível clássico de sobrecompra, sinalizando que, após uma sequência intensa de altas, o papel pode se aproximar de um movimento de ajuste técnico. Em 2026, a mineradora já acumula valorização de 18,15%, enquanto, no horizonte de 12 meses, o ganho chega a 81,15%.
No sentido oposto, a Hapvida (HAPV3) aparece entre os ativos mais “descontados” do índice, com o IFR em 39,77 pontos, faixa próxima à de sobrevenda. Esse quadro pode abrir espaço para uma assimetria ao investidor, embora seja fundamental acompanhar de perto a dinâmica do papel e possíveis catalisadores capazes de susten
Fontes
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