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Banco do Brasil (BBAS3) segue forte após rali; até onde a ação pode ir?

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Entro em 2026 observando o Banco do Brasil (BBAS3) com uma leitura técnica construtiva, apoiada pela sequência de altas recentes e pela manutenção do papel acima das principais médias móveis.
No acumulado do ano, a ação já registra alta de 12,64%, refletindo o predomínio do fluxo comprador. Ao mesmo tempo, o movimento ganhou inclinação mais acelerada nas últimas sessões, o que deixou o preço mais esticado e exige atenção redobrada para eventuais movimentos de acomodação — comuns dentro de tendências positivas.
O pano de fundo segue favorável, mas a reação do papel nas regiões técnicas-chave será determinante para definir os próximos passos.
Para entender até onde o preço das ações do Banco do Brasil (BBAS3) podem ir, confira a análise técnica completa e os principais pontos de

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Os contratos de minidólar (WDOG25), com vencimento em fevereiro, encerraram a última sessão (27/01) em forte baixa de 2,00%, aos 5.183,5 pontos. O dólar voltou a recuar de forma consistente, acompanhando o enfraquecimento da moeda americana no exterior e o forte fluxo de estrangeiros para a bolsa brasileira. O movimento se intensificou ao longo do dia com o Ibovespa renovando máximas históricas, reforçando o apetite global por risco e a rotação de capital para mercados emergentes, em um ambiente de dólar mais fraco frente a divisas fortes e emergentes.
No Brasil, o IPCA-15 de janeiro veio em linha com as expectativas e manteve a projeção de Selic estável na decisão do Copom, assim como dos juros nos EUA pelo Federal Reserve. O elevado diferencial de juros segue sustentando a en

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O mini-índice (WING26) encerrou a última sessão (27/01) em alta de 1,74%, aos 183.095 pontos, retomando o movimento positivo após a volatilidade recente. O mini-índice seguiu em trajetória positiva, acompanhando um pregão marcado por forte apetite ao risco no mercado doméstico. A divulgação do IPCA-15 abaixo do esperado reforçou a leitura de inflação mais comportada e aumentou as apostas de flexibilização monetária à frente, sustentando novas máximas do Ibovespa e mantendo o fluxo estrangeiro firme para ações de maior peso, como Vale (VALE3), bancos e Petrobras (PETR4).
No exterior, o cenário foi mais neutro, com bolsas americanas mistas diante da expectativa pela decisão do Federal Reserve e da temporada de balanços das big techs, enquanto a Europa fechou em alta. Para os trad

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O dia da tão aguardada Super Quarta chegou. A sessão desta quarta-feira (28) marca a primeira Super Quarta do ano, com as divulgações das decisões sobre juros aqui no Brasil, pelo Banco Central, e lá nos EUA, pelo Federal Reserve (Fed, o banco central estadunidense). Mas o dia não se resume à isso, com divulgações do resultado da Dívida Pública na agenda doméstica e discurso do presidente dos EUA, Donald Trump.
As expectativas aqui no Brasil seguem mornas, com a maioria dos analistas aguardando a manutenção da Selic em 15%, mas atentos ao comunicado em busca de indicações sobre o início do corte dos juros.
Nos Estados Unidos, a decisão será tomada em meio a pressão política do presidente Donald Trump, que exige corte de juros robustos. O consenso do mercado é que o Fed deverá m

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Acompanhei mais um pregão de forte apetite comprador no Ibovespa, que ampliou a sequência de altas e voltou a renovar máximas históricas. O índice avançou 1,79%, encerrando aos 181.919 pontos, após oscilar entre a mínima de 178.852 pontos e a máxima de 183.359 pontos, patamar inédito para o mercado brasileiro.
No gráfico diário, o movimento segue claramente construtivo. O Ibovespa permanece negociando acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, embora com afastamento relevante, reflexo da aceleração do fluxo comprador nas últimas sessões. Esse esticamento técnico naturalmente eleva a probabilidade de ajustes ou períodos de consolidação, mas, até o momento, não há sinal objetivo de reversão. O viés principal continua sendo de alta.
Para dar sequência ao movimento altista, o índi

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