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Jeffrey Epstein: quem foi, quais crimes cometeu e como o Brasil aparece no caso

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O Departamento de Justiça dos Estados Unidos divulgou na sexta-feira (30) mais de 3 milhões de páginas do caso do bilionário Jeffrey Epstein, acusado de comandar uma rede de tráfico sexual.
Segundo as investigações, o empresário abusou de dezenas de meninas menores de idade no início dos anos 2000. Ele foi preso em 2019, mas morreu um mês depois dentro da prisão. As autoridades concluíram que Epstein tirou a própria vida.
Os novos arquivos citam diversos famosos e personalidades americanas que faziam parte do círculo do bilionário. Os documentos também trazem menções ao Brasil.
Nesta reportagem você vai ver:
1. Como funcionava o esquema?
Jeffrey Epstein — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
Segundo a acusação, entre 2002 e 2005, Epstein pagava centenas de dólares em dinheiro para que meninas

Jeffrey Epstein — Foto: New York State Division of Criminal Justice Services/Handout/File Photo via REUTERS
Imagens recentemente divulgadas nos EUA mostram o bilionário Jeffrey Epstein — criminoso sexual condenado e morto em 2019 — sorrindo em uma entrevista e respondendo: “Tenho um bom espelho”, quando questionado se ele se considerava “o demônio em pessoa”.
O vídeo completo, com quase duas horas de duração, mostra Epstein respondendo a perguntas de um entrevistador.
Não foi revelado quem fez as perguntas, nem quando ou por que a gravação foi feita.
O Departamento de Justiça dos EUA divulgou na semana passada milhões de novos arquivos relacionados a Epstein — a maior liberação de documentos feita pelo governo desde que uma lei do ano passado passou a obrigar o acesso público ao material.

Bolsonaro pode perder patente? O que esperar de julgamento de ex-presidente e outros comandantes militares no STM
– Author, Iara Diniz
– Role, Da BBC News Brasil em São Paulo
– Tempo de leitura: 7 min
O Ministério Público Militar (MPM) pediu nesta terça-feira (3/2) que o Superior Tribunal Militar (STM) determine a perda do posto e da patente do ex-presidente e capitão da reserva Jair Bolsonaro (PL) e outros quatro militares: o ex-comandante da Marinha Almir Garnier e os três generais do Exército Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Walter Braga Netto.
A ação é um desdobramento da condenação do ex-presidente e seus aliados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em setembro. Eles foram condenados por cinco crimes relacionados a um plano de golpe de Estado para impedir Luiz Inácio Lula da Sil

O STM (Superior Tribunal Militar) recebeu nesta terça-feira (3) as representações de perda de patente dos cinco militares do núcleo crucial da trama golpista liderada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O tribunal militar vai avaliar os casos de Bolsonaro, que é capitão reformado, dos generais da reserva Augusto Heleno, Walter Braga Netto e Paulo Sérgio Nogueira e do almirante Almir Garnier.
Diferentemente do andamento no STF (Supremo Tribunal Federal), com o núcleo central sendo julgado em em uma ação penal, no STM, cada um dos fardados terá o caso relatado por um ministro diferente. Pelo funcionamento da corte, quando o procurador coloca a representação no sistema, a distribuição a um relator já é automática.
O entendimento é que, embora os casos tenham sido analis

O Ministério Público Militar pediu nesta tarde ao STM (Superior Tribunal Militar) a perda de posto e patente do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de quatro generais condenados na trama golpista com ele.
O que aconteceu
Bolsonaro é capitão reformado do Exército. O procurador-geral de Justiça Militar, Clauro Roberto de Bortolli é o responsável pelas ações e também pediu a perda da patente dos generais da reserva Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Walter Braga Netto, além do almirante Almir Garnier, ex-comandante da Marinha.
É a primeira vez na história recente que o tribunal militar recebe ações deste tipo contra militares de quatro estrelas, a mais alta patente das Forças Armadas.
Cada militar é alvo de uma ação específica. O sistema do STM distribuiu automaticamente cada ação para u

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