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72% da população mundial vive sob regimes autoritários, indica Human Rights Watch

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Donald Trump, presidente dos EUA, em encontro com Xi Jinping, presidente da China — Foto: REUTERS/Evelyn Hockstein
Relatório da ONG internacional Human Rights Watch, divulgado nesta quarta-feira (4), indica que 72% da população mundial vive sob regimes autoritários e que o mundo enfrenta um “avanço autoritário” impulsionado pelo governo do presidente americano Donald Trump.
A análise faz parte do relatório mundial de 2026 no qual a ONG analisa a situação dos direitos humanos em mais de cem países.
“A democracia está agora de volta aos níveis de 1985, de acordo com alguns estudos, com 72% da população mundial vivendo atualmente sob regimes autoritários. A Rússia e a China são menos livres hoje do que há 20 anos. E também os Estados Unidos”, diz a ONG.
Um dos documentos citados pela HRW é o

O presidente dos EUA, Donald Trump, conversa com a imprensa enquanto se dirige ao helicóptero Marine One para viajar a Iowa — Foto: REUTERS/Jonathan Ernst
O primeiro ano do novo mandato de Donald Trump nos Estados Unidos representou um “avanço autoritário” ao mundo, indica relatório divulgado nesta quarta-feira (4) pela ONG internacional Human Rights Watch.
A conclusão faz parte do relatório mundial de 2026 que analisa a situação dos direitos humanos em mais de cem países.
No documento, a HRW questiona se “os direitos humanos sobreviverão à era Trump” e afirma que o mandato do presidente dos Estados Unidos se destaca por um “flagrante desrespeito” e por “graves violações” desses direitos.
Além de Trump, o relatório cita Vladimir Putin, da Rússia, e Xi Jinping, da China, como governantes qu

Placa de trânsito na RR-205, que dá acesso a Terra Indígena Raposa Serra do Sol, pinchada com sigla do PCC. — Foto: Fórum Brasileiro de Segurança Pública/Reprodução
O Brasil deveria adotar estratégias novas para combater o crime organizado e sua infiltração no Estado, alerta a ONG internacional Human Rights Watch (HRW) ao analisar as políticas de segurança pública do país. A análise faz parte do relatório mundial de 2026, divulgado nesta quarta-feira (4), que observa a situação dos direitos humanos em mais de cem países.
No capítulo dedicado ao Brasil, a Human Rights Watch defende uma reformulação ampla das políticas de segurança pública, com ênfase no enfrentamento às facções criminosas.
Em entrevista ao g1, o diretor da entidade no Brasil, César Muñoz, afirmou ter ouvido de um promotor r

A prisão de Deivis Marcon Antunes, ex-presidente da Rioprevidência, em uma estrada no interior do Rio de Janeiro, após ação conjunta das polícias Federal e Rodoviária Federal, tem um efeito na “teia criminal”, os diferentes delitos sob suspeita e em investigação pela Polícia Federal (PF) no âmbito do caso Master.
A prisão do ex-número 1 do instituto previdenciário fluminense em decorrência de um aporte sob suspeita de quase R$ 1 bilhão, usado na compra de letras financeiras do banco de Daniel Vorcaro, foi determinada pela Justiça Federal do Rio de Janeiro – e não pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Os investigadores apuram crime de obstrução de investigação e a prática, em tese, da ocultação de provas.
👉 O crime de obstrução de investigação, previsto na Lei de Or

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