Ministério Público arquiva acusação de que porteiro teria sido coagido no caso Orelha

Ministério Público arquiva acusação de que porteiro teria sido coagido no caso Orelha
Promotoria aponta que discussão com pais ocorreu por foto de adolescentes que violaram regras do condomínio e não teve relação com o cachorro Orelha
O Ministério Público de Santa Catarina concluiu que não houve crime de coação no episódio envolvendo o porteiro no caso do cão Orelha. Em relatório, a promotoria afirma que a discussão com os pais ocorreu após o funcionário fotografar adolescentes que haviam descumprido regras de acesso e que o cachorro comunitário não foi tema do desentendimento. Portanto, a acusação de coação foi arquivada.
De acordo com a promotoria, a discussão com os pais dos adolescentes teria ocorrido no dia 12 de janeiro. No entanto, a conversa não foi motivada pelo cachorro, mas pelo
Alvo de ataques, porteiro diz não se arrepender de denunciar caso do cão Orelha
Porteiro que ajudou a esclarecer a morte do cão Orelha relatou não ter visto as agressões, mas foi alvo de ataques e afirmou não se arrepender da denúncia
O porteiro que ajudou a esclarecer a morte do cão Orelha falou com exclusividade ao portal LeoDias. O vigilante explicou que não presenciou as agressões contra o animal, mas alertou outros colegas sobre a situação. Ainda assim, acabou virando alvo de ataques. Apesar disso, o funcionário destacou que não se arrepende de ter se posicionado, já que foi a partir de sua atitude que o caso ganhou repercussão.
O porteiro iniciou seu relato afirmando que sua atuação se limitou a identificar o grupo de adolescentes envolvidos em confusão no bairro onde trabalhava: “So
Fontes
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