O dilema de Milei: como manter suas negociações com a China sem desagradar a Trump?

O presidente americano, Donald Trump, não deixa de criticar aliados dos Estados Unidos pela reaproximação com a China. Para Javier Milei, seu principal parceiro ideológico na América Latina, a situação é delicada, diante dos laços comerciais estratégicos da Argentina com Pequim.
Esse dilema voltou a ficar evidente quando Milei declarou, no início de janeiro, que pretende viajar à China ainda este ano, em um momento em que Trump pressiona para reforçar a influência dos EUA nas Américas.
Durante a campanha que o levou à presidência, em 2023, Milei prometeu que não faria “negócios com a China” nem “com nenhum comunista”. Após a eleição, no entanto, passou a adotar uma postura mais pragmática.
– 🔎 A China é o segundo maior parceiro comercial da Argentina, depois do Brasil, e investe milhões em
Fontes
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