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Venezuela vive transição política um mês após captura de Maduro; saiba como está o país agora

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Venezuela vive transição política um mês após captura de Maduro; saiba como está o país agora
Com Maduro preso nos Estados Unidos, governo interino tenta manter a base chavista e libera detentos enquanto país segue polarizado
No dia 3 de janeiro de 2026, em pleno período de encerramento de festas de fim de ano, o mundo parou ao ver Nicolás Maduro sair forçosamente do posto de presidente da Venezuela. Ele foi capturado por uma ação militar dos Estados Unidos, comandada por Donald Trump. Passado pouco mais de um mês desde a fatídica operação norte-americana, a Venezuela entrou em um período de rearranjo político marcado por contradições. Enquanto parte do chavismo e do aparato estatal trata o episódio como “sequestro” e vai às ruas exigir a libertação do líder, o governo interino comandado p

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comparou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a um “cachorro louco” nesta sexta-feira. A declaração ocorreu enquanto o petista comentava o veto ao projeto de lei da dosimetria, que previa alterar as penas aplicadas aos condenados pelo atos de 8 de janeiro. Sem citar o nome do rival político, Lula disse que o antigo chefe do Executivo tentou destruir a democracia e “vai morder alguém” caso seja liberado da prisão.
— Esse cidadão, que foi condenado a 27 anos e três meses de prisão, tinha um plano para matar o Lula, o (Geraldo) Alckmin e Alexandre de Moraes. E não foi ninguém da oposição que denunciou, foram os comparsas dele que delataram ele — afirmou Lula em entrevista à TV Aratu, de Salvador.
Libertar Bolsonaro desmoralizaria o STF, d

Latam aceita pagar R$ 373 mil para se livrar de processo por carga fantasma
A Latam firmou dois acordos com o MPF (Ministério Público Federal) para evitar as consequências de condenações definitivas em ações de improbidade administrativa relacionadas a um esquema de fraudes envolvendo a ZFM (Zona Franca de Manaus), ocorrido no início dos anos 2000. As denúncias foram apresentadas em 2016, quando a empresa ainda operava como TAM Linhas Aéreas, e os acordos foram celebrados no fim de 2025.
A companhia chegou a ser condenada em primeira instância por enriquecimento ilícito, em um esquema no qual agentes públicos e empresas obtinham créditos tributários indevidos ao simular o envio de mercadorias para a ZFM. Com a celebração dos acordos, no entanto, a empresa evita a continuidade da persecução

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