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Cão Orelha: projetos que elevam penas para maus-tratos a pets podem ser votados após o Carnaval

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A morte do cão Orelha, em Santa Catarina, reacendeu o debate sobre a eficácia da legislação contra maus-tratos a cachorros e gatos, considerada branda por ativistas e parte dos parlamentares.
Congressistas ligados à causa dos pets querem aproveitar a repercussão nacional do grave caso no sul do país para dar andamento a propostas que aumentam as penas para esse tipo de crime.
O cão comunitário Orelha foi gravemente agredido no começo do mês. O cachorro foi socorrido e atendido por uma clínica veterinária, mas, no dia seguinte, precisou ser sacrificado, em razão da gravidade dos ferimentos.
Atualmente, a Lei de Crimes Ambientais estabelece detenção de três meses a um ano e multa, para quem maltratar animais em geral.
Nos casos que envolvem cães e gatos, a punição é mais severa: reclusão de

Daqui até a eleição, o principal bunker para a definição das questões estratégicas da oposição não será uma sede de partido ou gabinete em Brasília, mas sim a “Papudinha”, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está preso.
O movimento de bastidor é intenso e a agenda, disputada. Já na semana que vem, Bolsonaro deve receber deputados do Rio de Janeiro e da Paraíba, além de um senador por Goiás. A fila de aliados que buscam a “bênção” de Bolsonaro só cresce: nesta sexta-feira (30), parlamentares do Rio, Rio Grande do Sul e Minas Gerais pediram autorização ao ministro Alexandre de Moraes para encontros.
As decisões de peso já estão saindo da cela. Antes de ser transferido para a Papudinha, ainda na Superintendência da Polícia Federal no DF, Bolsonaro bateu o martelo sobre a escolha do filho

A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) abriu nesta sexta-feira (30) dois novos inquéritos para apurar as causas do rombo que levou a Americanas à recuperação judicial em janeiro de 2023. Neles, vai apurar a responsabilidade de bancos e do conselho de administração da companhia.
O inquérito deriva de um processo que acusou o ex-presidente da varejista, Miguel Gutierrez, e mais 29 ex-executivos de manipulação de preços no mercado de capitais, ao fraudar os balanços da companhia para atingir metas e garantir a valorização das ações que recebiam como bônus pelos resultados.
A acusação foi formulada neste mês. Nela, a área técnica do órgão regulador recomenda investigações sobre os bancos que tinham relacionamento com a empresa no perÃodo e sobre os membros do conselh

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