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Israel deporta Greta Thunberg e 170 outros ativistas para Grécia e Eslováquia

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(Reuters) – Israel disse que deportou nesta segunda-feira a ativista Greta Thunberg e outros 170 ativistas de uma flotilha internacional impedida por forças israelenses na semana passada de entregar ajuda a Gaza, enviando-os para a Grécia e Eslováquia.
Anteriormente, ativistas suíços e espanhóis da flotilha disseram que foram submetidos a condições desumanas durante sua detenção pelas forças israelenses. As expulsões desta segunda-feira elevaram para 341 o número total de deportados dos 479 detidos.
O Ministério das Relações Exteriores de Israel emitiu uma declaração, acompanhada de fotos de Thunberg no aeroporto, dizendo que os direitos legais de todos os participantes foram respeitados e que a única violência envolveu um ativista que mordeu uma médica na prisão israelense de

Israel diz ter deportado 171 ativistas, incluindo Greta Thunberg
Integrantes da flotilha humanitária estavam presos no país desde interceptação na 4ª feira (1.out); 13 brasileiros seguem detidos
O governo israelense disse ter deportado, nesta 2ª feira (6.out.2025), 171 ativistas da flotilha humanitária Global Sumud, incluindo a sueca Greta Thunberg. O anúncio foi feito no perfil do X do Ministério de Relações Exteriores de Israel.
Os deportados são de países da Europa e dos EUA. Eles foram enviados à Grécia e à Eslováquia. “Todos os direitos legais dos participantes dessa ação publicitária foram e continuarão sendo totalmente respeitados. As mentiras que eles estão espalhando fazem parte de sua campanha de notícias falsas pré-planejada”, disse o governo israelense.
De acordo com o g1, repr

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