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‘Nunca recuar’: o assessor por trás das políticas mais controversas de Trump

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Stephen Miller ficou ao lado de Donald Trump nos momentos mais difíceis de sua trajetória política — Foto: Getty Images
Por anos, Stephen Miller foi uma figura influente do conservadorismo no entorno político do atual presidente americano, Donald Trump. Agora, ele é um para-raios de polêmicas.
Seu estilo implacável e combativo na condução das políticas do governo Trump impulsionou a agenda linha-dura de imigração do presidente e ampliou sua influência na projeção do poder dos Estados Unidos pelo hemisfério ocidental.
O início acelerado de 2026 do governo Trump, tanto no plano interno quanto no externo, reforçou sua posição como uma das figuras mais poderosas do governo.
Mas para a esquerda, ele é um vilão.
Na capital americana, Washington D.C., cartazes com o rosto de Miller foram colados

O Fantástico localizou quatro ex-combatentes baianos que foram atraídos com promessas falsas para lutar na guerra da Ucrânia contra a Rússia. Mas o que leva brasileiros a entrar em um conflito armado a milhares de quilômetros de casa?
No caso de Marcos Souto, produtor musical e empresário, a decisão foi motivada principalmente pelo dinheiro. Ele faz parte do grupo conhecido como mercenários de guerra — combatentes estrangeiros que participam de conflitos em troca de pagamento.
O valor recebido varia de acordo com a guerra e com o grupo militar ao qual o combatente se vincula, mas, segundo relatos, a negociação nem sempre é clara.
“Falaram que o salário era 50 mil por mês. A gente entende isso como em reais. Mas eram 50 mil grívnias, o que dava cerca de R$ 5.800”, contou Marcos, que usava o

Apesar das fortes ondas de frio que atingiram a Europa e os Estados Unidos, o mundo vivenciou o quinto mês de janeiro mais quente já registrado, atrás apenas de 2025, 2024, 2020 e 2016. Os dados são do observatório Copernicus, ligado à União Europeia, e foram publicados nesta terça-feira (10).
Os pesquisadores calculam que a temperatura média global do ar no perÃodo foi de 12,95°C. A marca é 1,47°C acima da era pré-industrial (de 1850 a 1900), usada como referência dos padrões climáticos antes da emissão de gases do efeito estufa, e apenas 0,03°C abaixo da meta de 1,5°C estabelecida pelo Acordo de Paris, assinado em 2015.
O Copernicus indica que o Ãrtico registrou os maiores aumentos dos termômetros em janeiro, em especial a Groenlândia, pertencente à Dinamarca e cobiç

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