Nem rádio, nem césio! Estes relógios de pulso tinham outro segredo radioativo

Sabe aquele brilho suave no escuro que ainda aparece em relógios de pulso antigos? Pois é, por décadas quem fazia isso era um químico radioativo chamado promécio. Esse elemento, de símbolo químico Pm, isotopo mais usado sendo o Pm-147, funcionava junto com fósforo para iluminar ponteiros e marcadores do mostrador durante a noite ou na penumbra.
Era uma invenção brilhante: você olhava para a hora mesmo sem luz elétrica ou lanterna. Mas era um brilho com consequências. O promécio pertencia ao grupo de terras-raras, e a sua meia-vida relativamente curta (uns 2,6 anos para o Pm-147) significa que o efeito luminoso perdeu potência rápido, comparado com o rádio, por exemplo.
Ele foi usado como alternativa menos perigosa ao rádio nas décadas de 1950 e 1960, quando já se sabia que o rádio causava
Fontes
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