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Professor da Unicamp e crítico da Faria Lima: a aposta de Lula para posição estratégica no Banco Central

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Professor da Unicamp e crítico da Faria Lima: a aposta de Lula para posição estratégica no Banco Central
O economista e sociólogo Guilherme Mello, atual secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, pode ser o próximo diretor do Banco Central (BC).
Fontes do Palácio confirmaram à BBC News Brasil que o nome de Mello está na mesa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como possível indicado para o cargo de diretor de Política Econômica do BC.
O cargo, uma das oito diretorias do BC, é tido como estratégico.
“A direção de Política Econômica é o coração da política monetária”, diz o economista Carlos Kwall, ex-secretário do Tesouro Nacional e atualmente sócio da Oriz Partners.
“Ela tem o papel de formulação, de modelagem, pesquisa, produção de relatórios e estudos. É essa dir

O governador Tarcísio e os pleiteantes à vaga de vice: Gilberto Kassab (PSD), André do Prado (PL), Felício Ramuth (PSD) e Ricardo Nunes (MDB). — Foto: Montagem/g1/Reprodução/GESP/Divulgação/Redes Sociais
A decisão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) de desistir da pré-candidatura presidencial e tentar a reeleição ao governo paulista em outubro abriu uma disputa entre os partidos da base governista para ocupar a vaga de vice na chapa dele.
Atualmente, o vice-governador do estado é o ex-prefeito de São José dos Campos, Felício Ramuth (PSD), que ocupou o cargo de governador várias vezes durante os últimos três anos, nas viagens ao exterior feitas por Tarcísio ao longo do mandato.
Na semana passada, o próprio presidente do PSD, Gilberto Kassab, declarou que se sentiria “privilegia

Banco Central diz que alertas do FGC sobre o Master são sigilosos
Autoridade monetária diz que há sigilo legal em informações sobre a fiscalização de instituições específicas
O BC (Banco Central) disse, em resposta ao Poder360 via LAI (Lei de Acesso à Informação), que são sigilosos o número e o teor dos alertas feitos pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito) e Febraban (Federação Brasileira de Bancos) sobre os problemas do Banco Master. A instituição financeira foi liquidada extrajudicialmente em novembro de 2025 depois de ser investigada por gestão fraudulenta e desvio de R$ 11,5 bilhões em recursos.
A autoridade monetária declarou que a fiscalização de instituições específicas está protegida por sigilo legal de acordo com os artigos 5 e 6 do decreto 7.724 de 2012, que regulamenta a Lei de

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