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Perfuração recorde na Antártida revela 23 milhões de anos de história climática

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Uma expedição científica internacional realizou a perfuração mais profunda já feita sob uma camada de gelo na Antártida. O trabalho recuperou um núcleo de sedimentos com 228 metros de comprimento, considerado o mais extenso já obtido nessas condições. O material funciona como um registro natural que pode ajudar a prever como o gelo antártico reagirá ao aquecimento global.
Entre os integrantes da equipe estão pesquisadores da Universidade de Binghamton, nos Estados Unidos. Perfurações anteriores sob gelo alcançavam menos de 10 metros. Desta vez, os cientistas superaram a meta inicial de 200 metros em uma região extremamente remota.
Em resumo:
– Expedição perfura gelo antártico em profundidade recorde;
– Núcleo revela até 23 milhões de anos de registro

É uma coincidência. Mas muito relevante. Nos próximos meses, o papa Leão 14 irá nomear praticamente ao mesmo tempo os novos líderes de quatro das mais importantes arquidioceses brasileiras: São Paulo e Rio de Janeiro, as circunscrições mais populosas do país; Aparecida, um dos maiores centros de peregrinação católica do planeta; e Manaus, o coração da Amazônia, região que foi alçada ao protagonismo nas discussões católicas sob o pontificado anterior, do papa Francisco (1937-2025).
Com essas mudanças de comando, Leão tem a oportunidade de imprimir sua visão na alta hierarquia do maior país católico do mundo.
Para especialistas, esta será a hora crucial em que o papa americano pode começar a jogar com as cartas que tem na mão nos debates mais relevantes acerca dos desafios contemporâneos.
Os

Alpinista que deixou namorada morrer em montanha da Áustria vai a julgamento e desperta debate polêmico
– Author, Bethany Bell
– Role, Correspondente em Vienna da BBC News
– Tempo de leitura: 5 min
Mais de um ano após uma mulher de 33 anos ter morrido congelada na montanha mais alta da Áustria, seu namorado vai a julgamento na quinta-feira (19/2), acusado de homicídio culposo por negligência grave.
Kerstin G. morreu de hipotermia durante uma escalada ao Grossglockner que deu errado. Seu namorado é acusado de tê-la deixado desprotegida e exausta perto do cume, em condições climáticas adversas, nas primeiras horas da manhã de 19 de janeiro de 2025, enquanto foi buscar ajuda.
O julgamento despertou interesse e debate, não apenas na Áustria, mas também em comunidades de montanhismo muito além

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