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Hugo Motta diz que emendas ajudam o progresso e que reajuste a servidores não foi trem da alegria

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), defendeu nesta terça-feira (10) o uso de emendas parlamentares e o reajuste a servidores aprovado pela Casa.
“Não foi um trem da alegria como foi passado para a sociedade”, afirmou, em referência aos projetos de lei que preveem uma nova gratificação para servidores do Legislativo e criam um novo penduricalho que permite que eles ganhem mais do que o teto salarial do funcionalismo.
As declarações foram dadas na CEO Conference Brasil 2026, promovida pelo banco BTG Pactual.
No mesmo painel, que discutiu as perspectivas e prioridades do Congresso Nacional, Motta defendeu o reajuste de 8% para os salários do Legislativo em 2026, Ãndice alinhado ao concedido ao Judiciário. Segundo ele, a decisão respeitou critérios orç

Sou jornalista e jornalistas somos quase que legalmente obrigados a apoiar CPIs. A essência da profissão, afinal, é revelar aquilo que poderosos gostariam de manter escondido âe as comissões ampliam as chances de que isso aconteça. Não há, porém, como deixar de reconhecer que CPIs são hoje um instrumento de investigação menos efetivo do que foram no passado.
A era de ouro das CPIs foram os anos 1990. Por duas décadas a ditadura mantivera os parlamentares sob rédeas curtas, então a possibilidade, inaugurada a partir da Carta de 1988, de proceder a inquirições sem prestar a continência exigida pelos generais era uma novidade. Duas boas CPIs dos bons tempos foram a do PC Farias (1992), que levaria ao impeachment de Collor, e a dos Anões do Orçamento (1993), que revelou como

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