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Saída negociada evita julgamento sobre suspeição de Toffoli: como ministro foi convencido a deixar caso Master

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Nos bastidores do Supremo Tribunal Federal (STF), a avaliação é de que a saída encontrada para a crise envolvendo o ministro Dias Toffoli e o caso Master foi a única possível para tentar conter o desgaste institucional.
Em reunião tensa, ministros tiveram acesso ao material da Polícia Federal (PF) e convenceram o colega de que o afastamento voluntário era a única via para evitar anulações e conter o desgaste da Corte.
O ministro Edson Fachin compartilhou com os demais integrantes da Corte o material enviado pela PF com o aval do próprio Toffoli, que também autorizou o acesso à defesa por ele apresentada. No início da reunião, os ministros dedicaram os primeiros minutos à leitura dos documentos.
Segundo relatos feitos ao blog, ministros fizeram críticas à atuação da corporação por entendere

Prints de uma troca de mensagens no WhatsApp mostram que um dos donos da academia C4Gym, onde uma aluna morreu na zona leste de São Paulo, orientou o funcionário sobre a manipulação de produtos químicos a serem usados na limpeza da piscina.
O que aconteceu
Prints obtidos pelo UOL são de mensagens trocadas entre o empresário Celso Bertolo Cruz e o funcionário Severino José da Silva. As conversas constam no inquérito instaurado pela Polícia Civil para investigar o caso. Severino foi contratado como manobrista da academia, mas também foi encarregado para realizar a limpeza da piscina, mesmo sem ter orientação técnica para o serviço e que seu chefe sabia desse detalhe.
Mensagens revelam que Celso orientou Severino sobre a limpeza da piscina. Nas conversas, é possível ver que Severino enviou pa

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