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Primeiro-ministro do Senegal defende lei anti-LGBT que dobra penas de prisão

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O primeiro-ministro do Senegal, Ousmane Sonko. — Foto: Anait Miridzhanian/Reuters/Foto de Arquivo
O primeiro-ministro do Senegal, Ousmane Sonko, defendeu nesta terça-feira (24) um projeto de lei que aumenta de cinco para até 10 anos a pena máxima de prisão por relações entre pessoas do mesmo sexo e outras condutas classificadas como “não naturais”.
A proposta faz parte de um endurecimento mais amplo contra pessoas LGBT no país.
Durante discurso na Assembleia Nacional, Sonko afirmou que a lei se aplicará a todos os atos sexuais entre pessoas do mesmo sexo. Segundo ele, a pena máxima será adotada em qualquer caso envolvendo alguém com menos de 21 anos.
Os condenados também poderão ser multados em valores entre 2 milhões e 10 milhões de francos CFA (cerca de R$ 18 mil a R$ 92 mil).
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