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Brasil na liderança cripto: adoção e regulação fortalecem mercado

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Como um dos maiores mercados de cripto do mundo, o Brasil ocupa o 5º lugar no ranking global de adoção de criptoativos da Chainalysis. O país também crava importantes avanços na regulamentação por meio de resoluções do Banco Central do Brasil (BCB), que entram em vigor neste mês, o que coloca o país na nata mundial de legislação do segmento.
A Binance, como maior provedora global de infraestrutura de blockchain e criptomoedas, vem atuando globalmente junto a reguladores para contribuir para o desenvolvimento de regulações que protejam os usuários e promovam ambientes profícuos para a inovação e desenvolvimento da tecnologia.
“Compartilhamos a nossa experiência em dezenas de jurisdições reguladas para ajudar a construir um marco que proteja o investidor sem comprometer inovação

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A trajetória do Grupo Lebes é, sem dúvida, uma história de transformação empresarial. Fundada como um negócio de secos e molhados no interior do Rio Grande do Sul, a empresa atravessou crises econômicas, mudanças de modelo e décadas de reinvenção até se tornar um grupo com faturamento previsto em bilhões.
O Grupo Lebes nasceu no varejo e hoje figura entre as 10 maiores redes de departamentos do país com mais de 300 lojas e uma operação industrial que produz, em média, 800 mil peças por ano.
Uma história que começou 70 anos atrás, quando o pai do atual presidente do grupo abriu a primeira loja de departamentos da família. Desde que assumiu a presidência em 2015, Otelmo Drebes ampliou a operação, integrou sete unidades de negócio e redesenhou a companhia para além do varejo crian

A Chevrolet é, de longe, a marca mais capilarizada do país. São mais de 550 pontos de venda, uma estrutura que, durante décadas, foi sinônimo de liderança e presença incontornável. Atualmente, o cenário é outro: o que encolheu não foi a rede, mas a fatia de mercado que ela consegue morder.
Os números desenham essa retração. Em 2023, a General Motors (GM), grupo que controla a Chevrolet, detinha 15,05% de participação (automóveis e comerciais leves). Em 2024, a fatia caiu para 12,68% e, ao fechar 2025, recuou para 10,82%. Em volume real, a queda é drástica: de 314 mil unidades em 2024 para cerca de 275 mil em 2025.
A comparação com 2019, antes da pandemia, expõe o abismo: naquele ano, a Chevrolet emplacou 475,6 mil veículos. Era um patamar que permitia diluir custos fixos e sustentar margen

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