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Sobreviventes do Ebola enfrentam sequelas e risco de transmissão tardia

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Um estudo da Universidade Estadual de Washington revelou que mais da metade dos sobreviventes do Ebola do Sudão ainda enfrentam graves problemas de saúde até dois anos após a infecção.
Entre os sintomas mais comuns estão dores articulares e nas costas, perda de memória, dormência nas extremidades, problemas de visão e depressão.
Quase metade relatou dificuldades múltiplas que limitaram atividades básicas do dia a dia, configurando um quadro semelhante ao chamado “Ebola longo”, comparável à COVID longa.
Persistência do vírus no organismo
– Além das sequelas físicas e neurológicas, os pesquisadores encontraram traços do vírus no sêmen por até 210 dias e no leite materno por até 199 dias após a recuperação.
– Em alguns casos, o patógeno chegou a reaparecer meses depois de testes negativos, le

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