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Desinformação sobre metanol nas bebidas afeta economia real

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Na última semana, as redes sociais foram dominadas pelo caso de metanol nas bebidas. Mais grave do que isso, também houve um pico de desinformação, causando danos à reputação e prejuÃzos a bares e restaurantes.
Um dos primeiros casos a ganhar repercussão foi o de uma vÃtima que foi internada após consumir uma caipirinha em uma lanchonete de São Paulo. Desde então, o medo fez com que o tema viralizasse, transformando a desconfiança em histeria coletiva.
O consumo de destilados caiu, bares e restaurantes tiveram que publicamente se defender de desinformação, e sobrou até para a cerveja, quando alguns relatos a apontaram como motivo de intoxicação por bebida alcoólica.
Nos grupos de mensageria, multiplicaram-se listas de “locais interditados”, “marcas perigosas” e “rotas do m

Governo deve se reunir com associações de bebidas por crise do metanol
Encontro deve ser na 3ª feira (7.out) com a Secretaria Nacional do Consumidor, vinculada ao Ministério da Justiça
O Ministério da Justiça e da Segurança Pública deve se reunir na 3ª feira (7.out.2025) com associações ligadas à indústria de bebidas alcoólicas e destiladas e entidades de combate da falsificação. O motivo da reunião é o aumento recente de casos de intoxicação por metanol após o consumo de bebidas.
De acordo com a coluna “Painel”, do jornal Folha de S. Paulo, o setor está preocupado com a decisão de algumas prefeituras de proibir a venda de bebidas para conter a crise.
Paulo Henrique Pereira, secretário nacional da Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor), vinculada ao Ministério, disse ao jornal que o o

Ato pró-Palestina em SP pede fim dos ataques de Israel à Gaza
Grupo quer a libertação de ativistas de flotilha; ato começou no Masp e terminou na Praça Roosevelt
Manifestantes pró-Palestina se reuniram na avenida Paulista, em São Paulo, no domingo (5.out.2025), para pedir o fim dos bombardeios de Israel na Faixa de Gaza. O ato, que começou às 11h no vão livre do Masp (Museu de Arte de São Paulo), incluiu a exibição de bandeiras palestinas.
Os participantes caminharam até a Praça Roosevelt, na região central, onde se dispersaram pouco depois das 13h. A PM (Polícia Militar) acompanhou o ato em São Paulo, que seguiu de forma pacífica.
A mobilização expressou apoio à Flotilha Sumud, interceptada por forças israelenses na 4ª feira (1º.out.2025) quando transportava suprimentos humanitários para

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