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O acender da luz vermelha da câmera era a senha para Paulo Soares, o Amigão, mostrar toda a desenvoltura e o carisma que lhe fizeram cair nas graças do público. Longe dos microfones, porém, o jornalista se mostrava mais reservado e aproveitava o tempo livre em uma espécie de refúgio no interior de São Paulo.
Paulo Soares morreu na madrugada desta segunda-feira aos 63 anos, por falência múltipla dos órgãos. Ele estava internado havia cerca de cinco meses no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde foi submetido a uma série de cirurgias na coluna para tratar problemas nas vértebras.
Em meio à correria do dia a dia, Amigão aproveitava o espaço na escala, quando tinha folgas aos fins de semana, para curtir uma fazenda que a família tem, há anos, em Araras, interior de São Paulo.
Ele adorava

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