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EUA vive clima de tensão a três meses da Copa do Mundo

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Retórica agressiva contra imigrantes, divisões políticas e tensões com aliados. Três meses antes do início da Copa do Mundo, a imagem dos Estados Unidos foi prejudicada perante os milhões de torcedores esperados no país, apesar do sucesso na venda de ingressos, que promete estádios lotados.
A promessa era atrativa. Pela primeira vez, um Mundial com 48 seleções e 104 jogos seria organizado em conjunto por Estados Unidos, Canadá e México, três nações vizinhas com relações próximas há mais de 30 anos.
Mas o presidente americano Donald Trump, cujo país receberá a maior parte dos jogos, complicou tudo desde que voltou à Casa Branca no ano passado.
Conflitos diplomáticos e medidas controversas
Durante esse período, Trump lançou uma guerra tarifária contra o mundo inteiro, incluindo seus vizinhos

A cidade mexicana de Guadalajara tenta tranquilizar os torcedores antes da Copa do Mundo, que começa em 100 dias, após ter sido abalada na semana passada pela violência decorrente da morte do poderoso narcotraficante Nemesio “El Mencho” Oseguera.
O governo e a Fifa afirmam que existem condições para que a segunda maior metrópole do México sedie jogos da Copa do Mundo e a repescagem intercontinental, no fim de março, na qual seis seleções disputarão as duas últimas vagas para o torneio.
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Após ser o epicentro, no último domingo, da retaliação do Cártel Jalisco Nueva Generación (CJNG), liderado por Oseguera, a cidade cam

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