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Ouro fecha em alta com guerra no Oriente Médio reforçando busca por refúgio

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O contrato mais líquido do ouro fechou em alta nesta segunda-feira, 2, impulsionado pela busca do ativo como refúgio diante do conflito desencadeado no Oriente Médio no final de semana após os ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã. O ativo chegou a disparar acima dos US$ 5.400 a onça-troy, mas perdeu força ao longo do dia, em um movimento que levou a prata, que também chegou a operar com forte alta com a busca por refúgio, a encerrar em baixa.
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O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, pediu que os Estados Unidos e Israel sejam responsabilizados por ataques realizados contra uma escola e um hospital iranianos em um post na rede social X nesta segunda-feira (2).
Os bombardeios citados por Pezeshkian foram contra uma escola de meninas no sul do país, que deixou 168 mortos no sábado (28), e contra um hospital de Teerã, a capital do país, no domingo (1º). Nem os EUA nem Israel, no entanto, confirmam ser responsáveis por ambos.
“Um ataque a um hospital é um ataque à vida, e um ataque a uma escola é um ataque ao futuro de uma nação. Atacar pacientes e crianças é uma clara violação de todos os princípios humanitários e o mundo deve condená-lo. Manifesto minha solidariedade à nação enlutada; a República Islâmica do Irã não se calará nem se

A população do Irã enfrenta desde o último sábado (28) um apagão de internet que reduziu o nível de conectividade do país a menos de 1% do normal. O bloqueio aconteceu após uma ofensiva militar dos Estados Unidos e de Israel ao território iraniano.
Com a internet praticamente indisponível, cerca de 90 milhões de pessoas no Irã têm dificuldades para se comunicar, destacou nesta segunda-feira (2) o NetBlocks, iniciativa que monitora o funcionamento da internet ao redor do mundo.
O embaixador do Brasil no Irã, André Veras Guimarães, confirmou no sábado (28) à TV Globo que a internet no país foi cortada e que a diplomacia enfrentava dificuldades para se comunicar com os brasileiros na região (veja no vídeo abaixo).
A medida limita a divulgação de incidentes no Irã e a participação cívica em um

Análise: sob ataque do Irã, países do Golfo pagam preço da aliança com EUA
– Author, Frank Gardner
– Role, Repórter de segurança, BBC News
– Tempo de leitura: 7 min
No céu azul e ensolarado de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos (EAU), pode-se ver rastros brancos muito acima das casas em cor de areia e dos jardins bem regados.
Não se trata de aviões Boeing ou Airbus transportando mais um contingente de turistas ou trabalhadores temporários. São mísseis balísticos, lançados pelo gigante vizinho dos Emirados no outro lado do Golfo: o Irã.
No domingo (1/3) à tarde, o Ministério da Defesa dos EAU declarou já ter “lidado” até então com 165 mísseis balísticos, dois mísseis de cruzeiro e 541 drones iranianos.
No Bahrein, um amigo já havia me alertado no domingo de manhã que o aeroporto local es

Lula e Amorim avaliam papel do Brasil diante de conflito no Irã
Telefonema se deu depois do ataque dos EUA e Israel que matou o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou, na manhã desta 2ª feira (2.mar.2026), com o chefe da assessoria especial da Presidência, Celso Amorim, sobre a escalada nas tensões no Oriente Médio iniciada sábado (28.fev).
O ataque coordenado pelos Estados Unidos e por Israel matou o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei. Um dos temas da conversa foi o papel do Brasil como mediador da Declaração de Teerã.
O acordo, assinado pelo Brasil em 2010, visava regulamentar o programa nuclear iraniano. O documento foi rechaçado pelos Estados Unidos, além de ter sofrido sanções na ONU (Organização das Nações Unidas) p

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