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A conta da guerra do Irã: drones de US$ 20 mil contra mísseis de US$ 4 milhões

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Três dias depois do início do conflito, a guerra no Irã já virou um confronto de desgaste. Ondas de ataques com drones lançados pela República Islâmica estão pressionando as defesas dos EUA e de seus aliados, do Bahrein aos Emirados Árabes Unidos, e drenando estoques de armamentos. O desfecho pode depender de qual lado ficar sem munição primeiro.
Os drones suicidas Shahed-136, pequenos mísseis de cruzeiro de tecnologia simples, continuaram atingindo alvos pelo Oriente Médio nesta segunda-feira. Nos últimos dias, eles miraram bases americanas, infraestrutura de petróleo e prédios civis, desde que os bombardeios dos EUA e de Israel contra o Irã — uma combinação de mísseis de cruzeiro, drones e bombas guiadas — começaram no sábado.
Os mísseis antimísseis Patriot, fabricados nos EU

De acordo com comunicado emitido pelo Exército israelense, o alvo dos bombardeios realizados é o complexo da emissora estatal iraniana, IRIB. Mais cedo, um alerta de evacuação para o entorno do local havia sido enviado aos moradores da região.
O ataque foi confirmado pela mídia iraniana, que noticiou que ao menos duas explosões foram ouvidas nas proximidades da sede da emissora.
Além de Teerã, o Exército israelense também ordenou a evacuação de moradores de um subúrbio ao sul de Beirute, a capital do Líbano.
Ameaças da Guarda Revolucionária do Irã
Durante esta segunda, a Guarda Revolucionária do Irã fez várias ameaças aos inimigos. Confirmou que o Estreito de Ormuz está fechado e que incendiará qualquer navio que tentar passar pelo local, informou a mídia iraniana.
O comunicado, feito em n

Petróleo fecha com alta superior a 7% com guerra no Oriente Médio
Fechamento do Estreito de Ormuz reduz tráfego em 75% e eleva incertezas de interrupção de 20% da oferta global
Os contratos internacionais de petróleo fecharam em forte alta nesta 2ª feira (2.mar.2026), impulsionados pela escalada do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. O movimento foi provocado principalmente pela redução do tráfego no Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa mais de 20% do petróleo transportado no mundo.
O barril do tipo Brent negociado na Bolsa subiu 7,53% e fechou a US$ 78,38. A expectativa é de que a cotação da commodity alcance US$ 100,00 caso o escoamento do óleo pelo canal siga obstruído. No domingo (1º.mar), o Brent chegou a registrar alta próxima de 10%.
A escalada militar co

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