Proposta de projeto robusta contra bebidas falsas foca no combate ao crime organizado, diz relator

A crise das bebidas falsificadas com metanol colocou o Congresso diante de um dilema, segundo o relator do projeto que endurece as penas para o crime, deputado Kiko Celeguim (PT-SP): a opção por um texto mais simples, que apenas torna o crime hediondo, e teria aprovação rápida, ou uma proposta “robusta”, que ataque a nova faceta do crime – uma operação em escala nacional com “dinheiro pesado” e atuação de organizações criminosas.
Em entrevista ao Estúdio I, Celeguim afirmou que seu trabalho agora é ouvir todos os setores para ir além da simples punição.
Para o relator, a principal mudança que exige uma nova lei é o perfil do crime. Segundo ele, os casos de falsificação de bebidas e alimentos até hoje eram “rudimentares”, restritos a pequenas destilarias ou bares que atingiam uma comunidade
Fontes
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