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Após resistência em deixar governo, ministro do Turismo é afastado do União Brasil

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Após resistência em deixar governo, ministro do Turismo é afastado do União Brasil
Celso Sabino se recusou a deixar o governo Lula
O União Brasil anunciou nesta quarta-feira (8/10) que o ministro do Turismo, Celso Sabino, está suspenso das atividades partidárias até o fim do seu processo de expulsão, que teve início após sua resistência em deixar o governo. Segundo o partido, o fim da análise da expulsão de Sabino tem o prazo máximo de 60 dias.
Hoje, o ministro ocupa uma vaga na executiva nacional e uma no diretório nacional do partido, além de participar das decisões partidárias a nível nacional. Com a decisão, no entanto, ele fica afastado dessas funções.
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Integrantes do governo de Luiz Inácio Lula da Silva e parlamentares governistas admitem que o cenário é difícil para aprovação no Congresso da Medida Provisória que foi editada como alternativa ao aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Os articuladores têm uma sequência de reuniões ao longo do dia para tentar angariar votos, mas a chance de não aprovar é considerada real.
Aliados de Lula veem uma antecipação da disputa eleitoral e afirmam que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), têm atuado para convencer congressistas a se posicionar contra a medida. Reclamam ainda do rompimento de acordos. No Ministério da Fazenda, a avaliação também é de que será voto a voto novamente.
Relator acusa Tarcísio de articular contra MP 1303: “Pressiona em v

O presidente Lula almoçou com líderes do governo no Palácio do Planalto nesta quarta-feira (8). O assunto do almoço foi a medida provisória que eleva tributos e substitui o decreto que elevava o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).
Os ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) participaram, ao lado dos senadores Jaques Wagner (PT-BA) e Randolfe Rodrigues (PT-AP) e do deputado José Guimarães (PT-CE).
O governo teme que a MP perca validade sem ser votada, o que representaria uma perda de ao menos R$ 17 bilhões no orçamento do próximo ano.
A MP precisa aprovada até as 23h59 desta quarta-feira pela Câmara e pelo Senado para não perder a validade. Na véspera, o texto passou em uma comissão especial.
A medida foi em junho e eleva uma série de impostos.

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