‘Matar um leão por dia’: a trajetória da primeira mulher a apitar um jogo de Copa do Mundo

Cláudia Guedes tinha 20 anos quando se inscreveu no primeiro curso de arbitragem para mulheres da Associação de Árbitros de Futebol do Rio de Janeiro. Era 1983. Naquele mesmo ano, o futebol feminino havia sido regulamentado e legalizado depois de quase quatro décadas de proibição.
“Os homens não queriam apitar o futebol feminino. Então, alguém teve a brilhante ideia de fazer um curso para a formação de mulheres, para apitar jogos de mulheres. Foram formadas 59 árbitras”, contou Cláudia, em entrevista exclusiva à ESPN.
A então jovem aspirante à arbitragem era estudante de Educação Física, faculdade que havia iniciado dois anos antes. De família apaixonada por esportes, ela sonhava em ser técnica de futebol. O curso para ser árbitra surgiu por acaso, por indicação de um professor, e seria ap
No dia 8 de março, é comemorado o Dia Internacional da Mulher. A data simboliza a luta histórica das mulheres em busca de condições iguais às dos homens e contra diversos tipos de preconceito contra o sexo feminino. Letícia Bufoni, uma das principais atletas do skate brasileiro, sofreu de perto no início da sua vida pessoal e esportiva.
Antes mesmo de virar uma ícone na modalidade, ela superou o preconceito de praticar um ‘esporte de menino’ e viu críticas direcionadas até mesmo o estilo. Precursora de um movimento que hoje tem Rayssa Leal como grande expoente, Letícia, em entrevista exclusiva à ESPN, relembrou sua trajetória com origem na Vila Matilde, Zona Leste de São Palo, o feito de ser pioneira no esporte e até virar uma empresária de sucesso.
Antes de chegar ao final, é preciso volt
Do interior de Minas Gerais ao maior palco do MMA mundial, duas histórias diferentes se encontram no mesmo ponto: o octógono do UFC. Vindas de cidades pequenas, Natália Silva, natural de Pingo d’Água, e Amanda Ribas, de Varginha, carregam trajetórias marcadas por superação, persistência e a quebra de barreiras em um esporte que, durante muito tempo, foi visto como território masculino.
Em um especial pelo Dia Internacional da Mulher, as duas brasileiras falaram sobre as dificuldades do início, os preconceitos enfrentados ao longo do caminho e o orgulho de representar mulheres dentro de um dos esportes mais duros do mundo.
Para Natália Silva, a caminhada até o UFC começou quase por acaso. Criada em Pingo d’Água, no interior mineiro, ela entrou nas artes marciais por curiosidade, após o conv
Fontes
- https://www.espn.com.br/futebol/artigo/_/id/16396881/trajetoria-primeira-mulher-apitar-jogo-copa-do-mundo
- https://www.espn.com.br/olimpiadas/artigo/_/id/16394560/leticia-bufoni-luta-superar-preconceitos-contra-esporte-menino-ate-maneira-vestir-skate-me-criticaram-muito
- https://www.espn.com.br/mma/ufc/artigo/_/id/16398591/ufc-natalia-silva-amanda-ribas-mma-lutas-ufc-326
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