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Na guerra do Irã, o agro brasileiro só teme uma coisa: uma alta do diesel

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O principal reflexo negativo da guerra no Golfo Pérsico para o setor agrícola do Brasil no curto prazo é a alta do preço do diesel no mercado brasileiro, já que o país importa cerca de 30% de suas necessidades, e o avanço da cotação acontece na esteira da disparada do mercado de petróleo, disseram representantes de importantes associações do setor.
Além disso, há relatos de produtores sobre problemas de entregas de diesel no Rio Grande do Sul, com agentes limitando a oferta enquanto os custos do combustível estão maiores e a Petrobras ainda mantém seus valores a despeito de o petróleo ter atingido máximas desde meados de 2022 por conta do conflito.
A guerra dos EUA e Israel contra o Irã ocorre em um dos momentos em que o agronegócio brasileiro tem sua maior demanda por diesel,

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Os países do G7 disseram nesta segunda-feira (9) que estão preparados para implementar ‘medidas necessárias’ em resposta à disparada dos preços globais do petróleo, mas não se comprometeram a liberar reservas de emergência apesar de os preços terem ultrapassado US$119 por barril em meio à guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã.
“Ainda não chegamos lá”, disse o ministro das Finanças da França, Roland Lescure, a repórteres em Bruxelas, depois de realizar uma reunião por teleconferência com os ministros das Finanças do G7.
“O que acordamos foi usar todas as ferramentas necessárias, se for necessário para estabilizar o mercado, incluindo a possível liberação dos estoques necessários.”
Os preços do petróleo atingiram seus níveis mais altos desde meados de 2022 nesta segunda

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A escalada das tensões no Oriente Médio, que levou o preço do petróleo a ultrapassar a barreira dos US$ 100 o barril, paralisou o mercado de diesel importado no Brasil. Diante do temor de que a Petrobras não repasse os preços internacionais dos derivados para o mercado interno, os importadores suspenderam as compras – uma vez que o preço a ser vendido aqui ficaria inviável -, informou o presidente da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), Sergio Araújo. O diesel importado responde por cerca de 30% do mercado interno.
“Desde o início do conflito não está chegando carga nova, o mercado está parado. O nosso diesel vem da Rússia e o problema é o preço, ninguém sabe se a Petrobras vai repassar esse aumento”, diz Araújo, prevendo que os estoques no Brasil ga

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