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Bolsonaristas oscilam entre ignorar telefonema e dizer que Lula cai em armadilha de Trump

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Bolsonaristas reagiram de formas distintas sobre o telefonema entre os presidentes Lula (PT) e Donald Trump na manhã desta segunda-feira (6), e parte do grupo preferiu ignorar a conversa entre os mandatários.
O lÃder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante, e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) citaram o “fator Rubio” ao insistirem que Trump age estrategicamente para ao final das negociações fazer um cerco a Lula.
Na conversa, Trump designou seu secretário de Estado, Marco Rubio, para negociar com as autoridades brasileiras, de acordo com o Planalto.
“Trump deixou Marco Rubio, o secretário mais ideológico, para seguir as negociações das tarifas, um recado direto ao Planalto”, publicou Sóstenes.
Eduardo seguiu linha semelhante. “O Secretário Rubio conhece be

“Isto aqui não é um filme, é teatro.” Esta é uma das primeiras frases ditas por Wagner Moura em “Um Julgamento”. Tem peso por marcar seu retorno aos palcos depois de 16 anos dedicados à s telas e, também, por evocar um senso de autenticidade para uma trama que discute, essencialmente, o que é fato e o que é ficção.
Também ganha outra camada por ser um enlace de sua carreira, dividida entre palcos e telas, com a de Christiane Jatahy, dramaturga e diretora carioca premiada pela obra que mistura linguagens desde os anos 2000, em peças como “Hamlet – Nas Dobras do Tempo”, encenada em Paris no ano passado, e a ópera “Nabucco”, da última temporada lÃrica do Theatro Municipal de São Paulo.
Nelas, assim como em “Um Julgamento”, Jatahy borra as fronteiras entre teatro e cinema, pondo

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