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Rússia ganha, China sangra — e o Brasil sai ileso do caos no Oriente Médio

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A Rússia virou do avesso sua posição no mercado de petróleo em questão de dias. De vender o barril com desconto de US$ 15 em relação ao mercado, o país passou a negociar com ágio de US$ 4. O motivo: o fechamento do Estreito de Ormuz, o corredor de 58 quilômetros por onde escoa 20% do petróleo mundial, após os ataques americanos ao Irã. Para Moscou, a desordem é lucro.
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“A Rússia é o grande beneficiário dessa história”, afirmou Artur Wichmann, CIO da XP Inc, ao analisar os efeitos do conflito sobre as economias ao redor do mundo. A virada é brutal: num cenário em que o barril chegou a romper os US$ 90 — vindo de uma faixa en

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As ações das petroleiras da B3 registram baixa nesta terça-feira (10), seguindo a baixa da commodity na sessão.
Às 10h35 (horário de Brasília), PetroReconcavo (RECV3) recuava 2,26%, negociada a R$ 12,57, enquanto Petrobras PN (PETR4) caía 1,76%, cotada a R$ 42,40. PRIO (PRIO3) e Brava Energia (BRAV3) também figuravam entre as principais quedas do índice, ambas com retração de 1,64%, sendo negociadas a R$ 58,72 e R$ 19,20, respectivamente.
No mesmo horário, o petróleo WTI caía 6,51% (US$ 88,60), enquanto o brent tinha baixa de 7%, a US$ 92,01.
Na véspera, as cotações do petróleo tiveram uma virada após o fechamento dos mercados após Donald Trump, presidente dos EUA, ter sinalizado que o conflito com o Irã poderia terminar em breve. Mais tarde, contudo, alertou que o Irã seria at

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