Exceção concedida por Mendonça a Vorcaro gera preocupação na segurança em presídios

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A Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), órgão vinculado ao Ministério da Justiça, informou nesta terça-feira que se posicionou contra o pedido dos advogados do banqueiro Daniel Vorcaro de não serem gravados durante as conversas com ele nas visitas à Penitenciária Federal de Brasília. Segundo a secretaria, a medida representa um “fator de preocupação” para a Polícia Penal Federal, pois “impacta diretamente” no modelo de segurança adotado nas unidades federais.
Relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal, o ministro André Mendonça atendeu parcialmente a um pedido da defesa de Vorcaro e autorizou que as conversas entre o preso e os advogados não fossem registradas, o que viola o protocolo interno do presídio. Mendonça também deu aval para os advogados fazerem
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O ministro Flávio Dino, presidente da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou em julgamento sobre supostos desvios em emendas parlamentares que a Corte “erra, mas acerta muito mais”. O magistrado disse que no momento “falta moderação, prudência e cuidado” em reconhecer pontos positivos na atuação da Corte, mas ressaltou que a decisão que estabeleceu a transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares é um “acerto especialmente importante”.
A frase também ocorre no momento em que o STF está sobre pressão pelo caso Master — um pedido de CPI para investigar as atuações dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli foi apresentado no Senado. A decisão sobre o andamento do colegiado cabe ao presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), que não dá sinai
Fontes
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