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Quilombolas criticam negociação de ministério com empresa que trabalhou para Vale

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Lideranças quilombolas da comunidade de Gesteira, em Minas Gerais, manifestaram contrariedade com a possibilidade de o governo federal assinar contrato com uma empresa que teve Vale e Samarco como clientes para elaboração de metodologia de consultas no âmbito do acordo judicial da tragédia de Mariana (MG).
O acordo de cooperação técnica, de R$ 8,8 milhões, seria assinado entre o Ministério da Igualdade Racial e a H&P. A empresa já atuou também para a Fundação Renova, criada em 2016 para administrar o processo de reparação dos danos provocados pelo rompimento da barragem de Fundão, que deixou 19 mortos.
Entre os objetivos está a consulta às comunidades sobre adesão ao acordo e a elaboração de planos de autogestão compartilhada e projetos estruturantes. A proposta se b

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