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CasaFolha vai lançar curso inédito de filosofia com Clóvis de Barros Filho

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Clóvis de Barros Filho, um dos palestrantes mais requisitados do Brasil, comandará um curso de filosofia na CasaFolha, a plataforma de streaming com aulas exclusivas lançada pelo jornal. Suas lições estarão disponÃveis no site casafolhasp.com.br a partir de 19 de março.
Formado em jornalismo e direito, com trajetória acadêmica que inclui doutorado e livre-docência pela Escola de Comunicação e Artes da USP, Clóvis se destacou como professor de ética.
Suas aulas viraram palestras e livros. São mais de 30, entre os quais “Epaminondas: O Gato Explicador”, “Ãtica na Comunicação” e “A Vida que Vale A Pena Ser Vivida”.
Na CasaFolha, ele reúne diversas questões em torno do tema “Filosofia para uma vida que vale a pena”. Por exemplo, Clóvis debate o que significa dar valor a alg

As decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que restringiram os chamados “penduricalhos” trazem ao centro da discussão política os limites à remuneração dos agentes públicos.
Estabelecido na Constituição de 1988, o chamado teto constitucional deve ser a referência para o pagamento do funcionalismo. Mas brechas permitem, na prática, ganhos acima deste valor.
Nesta semana, o STF começou a analisar duas decisões que tratam do tema. O julgamento do caso foi adiado para o dia 25 de março.
Na mesma data, serão analisados outros dois processos que tratam do tema. Como eles têm repercussão geral, o Supremo vai poder fixar um entendimento uniforme para todas as instâncias do Poder Judiciário.
Ao longo da história, o teto já teve como base salários de ministros de Estado e até o do presidente da R

O Brasil não vai conseguir escapar de uma nova reforma da Previdência Social. Mudanças nas regras deveriam estar sendo pensadas para “ontem”, segundo especialistas ouvidos pelo g1.
Embora a última reforma tenha ocorrido há menos de dez anos, em 2019, três fatores combinados pressionam as contas públicas e reacendem a discussão sobre novas alterações.
São eles:
– alta informalidade, acompanhada de transformações no mercado de trabalho, com ocupações que não contribuem para a Previdência;
– benefícios indexados ao salário mínimo, com ganhos reais nos últimos;
– envelhecimento da população, somado à queda da natalidade.
A última reforma conseguiu conter o rombo, sobretudo em 2024 e 2025, mas projeções do próprio governo federal indicam que o déficit do Regime Geral de Previdência Social (RGPS

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