Núcleos galácticos ativos: por que eles brilham tanto? Saiba tudo no Olhar Espacial

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Conforme noticiado pelo Olhar Digital, utilizando o Telescópio Espacial Hubble e o Observatório de Raios-X Chandra, ambos da NASA, cientistas observaram o par de buracos negros supermassivos mais próximos um do outro já registrado por dados combinados, separados por cerca de 300 anos-luz de distância.
Esses buracos negros estão escondidos em galáxias que estão em processo de colisão e são alimentados por gás e poeira. O fenômeno faz com que eles emitam um brilho intenso, sendo conhecidos como núcleos galácticos ativos (AGN) – uma região compacta no centro de uma galáxia que apresenta uma luminosidade muito superior à usual em pelo menos uma parte do espectro eletromagnético, com características que indicam que essa luz não é gerada por estrelas.
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