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Mongabay abre inscrições para bolsa de jornalismo ambiental

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Jornalistas interessados em cobrir questões ambientais podem se inscrever até 31 de março no Programa de Bolsas de Jornalismo Ambiental Y. Eva Tan, da Mongabay.
A iniciativa oferece formação prática para a cobertura de temas como mudanças climáticas, perda de biodiversidade e conflitos socioambientais.
A bolsa terá duração de seis meses, de 1º de junho a 30 de novembro de 2026, e será realizada remotamente. Cada participante receberá US$ 500 por mês (cerca de R$ 2.600) ao longo do programa.
Cada bolsista deverá dedicar cerca de dez horas semanais ao programa e produzir, em média, uma reportagem por mês.
O programa também inclui formação em técnicas de reportagem ambiental, elaboração de pautas, busca e entrevista de fontes, escrita jornalÃstica e debates sobre étic

Profissionais interessados em aprender os fundamentos do jornalismo investigativo podem se inscrever em um curso online promovido pela Global Investigative Journalism Network (GIJN). As inscrições vão até 6 de março de 2026.
A formação gratuita é voltada a repórteres com pouca ou nenhuma experiência na área e pretende ensinar técnicas básicas de investigação, como identificação de fontes, análise de documentos e desenvolvimento de pautas.
O curso será realizado online em duas turmas, com inÃcio em maio e outubro. Cada edição terá 20 participantes, selecionados por chamada pública.
A formação inclui dez sessões, às terças e quintas-feiras, durante cinco semanas consecutivas, com duração de três horas por encontro.
Além das aulas, os participantes receberão m

Pré-candidatas ligadas ao MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), a deputada estadual Ediane Maria (PSOL) e a dirigente do movimento Natalia Boulos vão promover uma caravana por cidades do interior de São Paulo e da região metropolitana para denunciar o aumento dos feminicÃdios no estado.
Os casos cresceram 96%, entre 2021 e 2025, segundo levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
“A Caravana Mulheres em Movimento é um chamado para ação”, diz Ediane, que será candidata à reeleição, citando o nome da iniciativa.
Para Natália, mulher do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, o recorde de feminicÃdios não é obra do acaso.
“à escolha polÃtica do governo TarcÃsio, que não investiu o que deveria no combate à violência contra a mulher”,

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