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O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, pediu desculpas a países vizinhos por bombardeios enquanto voltou a criticar os Estados Unidos por declarações sobre a guerra.
O que aconteceu
Pezeshkian culpou a morte do aiatolá Khamenei e de outros líderes militares pela “falta de comunicação” que causou os ataques na região. Ele falou sobre o assunto em uma mensagem de cinco minutos, pré-gravada, que foi veiculada na TV nacional hoje.
Ele afirmou que os bombardeios iriam parar, a não ser que algum país ataque primeiro. “Acho que devemos resolver isso por meio da diplomacia”, disse.
A partir de agora, não atacaremos países vizinhos, nem dispararemos mísseis contra eles, a não ser que sejamos atacados primeiro.
Masoud Pezeshkian, presidente do Irã
Apesar de sinalizar amigavelmente aos países vizinh

Encontro político e crise no Oriente Médio definem semana na China
País inicia discussões sobre as diretrizes políticas e econômicas para os próximos 5 anos, mas vê fluxo de petróleo estrangular
A semana na China foi definida por 2 grandes eventos: o início das Duas Sessões –reunião política mais importante do ano– e os reflexos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã.
Enquanto o país delibera sobre os rumos econômicos e políticos de 2026, também está pressionado para agir rápido ante o contexto geopolítico que travou uma das principais rotas comerciais do mundo e o fornecimento de petróleo para a China.
Assista ao vídeo (1min56s):
As Duas Sessões começaram na 4ª feira (4.mar.2025) como o principal encontro político dos próximos 5 anos para a China. O evento deste ano que se enc

Brasil condena escalada no Oriente Médio, mas reação é limitada
Itamaraty monitora situação de brasileiros no Irã; Lula evita falar diretamente sobre o conflito após emitir 1ª nota
Com o Oriente Médio em escalada e sem perspectiva de solução, o Itamaraty monitora a situação de brasileiros na região e tenta avaliar possíveis saídas. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) diz buscar alternativas para trazer quem quiser deixar a área, mas avalia que as condições de segurança limitam o que pode ser feito na região.
No Irã, epicentro dos ataques da última semana, há cerca de 200 brasileiros registrados. Até o momento não há demanda expressiva por repatriação. Já no Líbano, onde vivem cerca de 22.000 brasileiros –a maior comunidade do país na região, segundo o Ministério das Rela

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