
Dor para se mexer, serenidade para lidar com o trauma e carinho da comunidade do vôlei: Júlia Azevedo, oposta do Tijuca Tênis Clube baleada em tentativa de assalto no último domingo (23), no Rio de Janeiro, conversou com o UOL e contou como vem lidando com a situação.
A atleta afirmou que não percebeu que havia sido baleada e revelou ter recebido muitas mensagens de “gente grande” do vôlei.
Não sabia qual era a dor de tomar um tiro: senti como se tivessem [me] batido, um socão, uma barra de ferro muito forte na minha costela. Passei a mão, não senti sangue, não senti nada. Chegando em casa, passei a mão de novo pelas minhas costas, por outro lugar, senti um buraquinho ali estranho, mas não tinha muito sangue. Aí falei, pai, olha aqui, acho que fui atingida. Ele olhou e falou, ‘é… foi. Te
Fontes
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