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A empresa de IA que enfrentou o Pentágono nos EUA — e por que isso afeta o mundo todo

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A disputa entre a Anthropic e o Pentágono gira em torno do acesso ético à inteligência artificial de ponta — Foto: Getty Images
Enquanto o mundo observava a operação dos EUA na Venezuela e como a guerra com o Irã se tornava inevitável, uma batalha se desenhava em Washington — um alerta de que o futuro profetizado por anos, sobre o papel da inteligência artificial nas guerras, já havia chegado.
Uma empresa de inteligência artificial do Vale do Silício se recusou a seguir ordens do Pentágono (o departamento de Defesa dos EUA). E o Pentágono a tratou como se fosse inimiga do Estado. Mesmo assim, sua tecnologia de IA continuou sendo usada porque as Forças Armadas dos EUA não podiam se dar ao luxo de ficar sem ela.
Foi o que aconteceu entre a Anthropic e o departamento de Defesa nas últimas sem

A minoria dos uigures sofreu medidas de assimilação forçada nos últimos anos — Foto: DW – Michael Reynolds/dpa/picture alliance
Na semana passada, a Assembleia Popular Nacional, o principal órgão legislativo da China, aprovou por esmagadora maioria a chamada “lei da unidade étnica”, que havia sido apresentada três anos antes, com 2.756 votos a favor, três abstenções e três votos contra.
Cerca de 442 delegados de grupos étnicos minoritários participaram da votação, representando aproximadamente 14% de todos os membros do parlamento.
Pequim afirma que a lei promoverá a unidade nacional e eliminará as desvantagens enfrentadas por grupos étnicos na vida social.
A China, um Estado multiétnico com 1,4 bilhão de habitantes, reconhece oficialmente 56 grupos étnicos, dos quais 55 são classificados

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